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JK na Cidade Baixa
O bairro que já foi chamado de "emboscada" quando os escravos fugiam de seus donos e depois habitado por negros e pobres da cidade, gerou pequenos lotes de terra onde as futuras casas possuíam apenas uma porta e uma janela e se transformaram na característica arquitetônica do bairro. Muitos anos depois, poucos são os prédios e casas mais antigos que possuem espaços mais amplos.
Deve ser por isso que o JK é o imóvel mais característico da cidade baixa e morar neste bairro significa estar próximo ao centro, junto a redenção e envolvido com a pluralidade e dinâmica oferecida pelo bairro.
Foi por estes atrativos, que resolvi comprar um apartamento por aqui (claro que um JK), e mais, morar e trabalhar no mesmo local!
Quando fechei o negocio pensei comigo mesmo " meu apartamento tem que se transformar diariamente". Foi a partir daí que as soluções começara a surgir!
As cores claras e o mobiliário feito sob medida fizeram com que o espaço parecesse maior do que realmente é. O apartamento é dividido por um móvel, que abriga fichários, pastas e amostras de materiais, e também um pequeno guarda-roupa. De um lado sala, que pode ser de trabalho, jantar ou dormir, e de outro o espaço do escritório.
Uma mesa embutida em uma bancada de trabalho, pode ter a função de mesa de jantar ou reuniões. O móvel que abriga a tv tem portas de embutir para não ocupar espaço. O que parece um pedestal, se transforma em porta cd's e dvd's. Uma pequena gaveta sob a mesa de desenho guarda folhas grandes de papel (usadas nos projetos) sem dobrá-las. Até o rodapé da cozinha tem função de gaveta, para armazenar mantimentos. Essa é a dica para podermos aproveitar o espaço ao máximo: nada como um móvel sob medida.
Curto muito morar neste bairro tão cosmopolita! E é um luxo poder trabalhar e morar em um local, onde da janela do seu apto se pode ver o Parque Farroupilha e uma das ruas mais arborizadas da cidade e que Dom Pedro II já passou... a Rua da Republica!
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